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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Texto meu!

Achei este texto em meu computador. Eu o escrevi em 2010! Desculpem-me se estiver mal escrito. 

A vezes me pego pedindo que você tenha força, sei que são tempos difíceis, sei que não posso estar ao teu lado agora. Enquanto você sofre ai, eu sofro por não poder estar perto de ti, por não poder secar as lágrimas que correm por sua face, não se preocupe, em breve vamos estar juntos novamente, logo será só você e eu. Enquanto isso busque forças, seja capaz. Me encontrará em seus mais profundos pensamentos e lembranças, quem sabe até no vento que te sopra. Me espere, não vai demorar, prometo.
Eu sou toda tua em um tempo chamado infinito.

Aline Franz. 

sábado, 16 de junho de 2012

O cadarço desamarrado.



Lembro-me com perfeita exatidão a primeira vez que o vi. Aquele menino tão doce e distraido. Me conquistara naquele momento, um sorriso meio torto e uma olhada para seus sapatos, seus cadarços desamarrados, será que ele andará por ai com o cadarço assim? Se ele estivesse tão distraido poderia tropeçar. Pensei mais de uma vez em ir alerta-lo de seu cadarço, mas preferi ficar ali, observando-o por algum tempo, tempo suficiente para que até mesmo aquele menino distraido percebesse. Me encarou com alguma vergonha, não podia mais somente observá-lo, queria ter contato, uma conversa, um passeio, um jantar romântico para depois, talvez. Minha mente sempre buscando o impossível. Aproximei-me com aquela conversa clichê de sempre: "Será que chove hoje?" Algumas palavras trocadas, um convite feito e o mesmo aceito. Um relacionamento duradouro, um casamento. Sinto falta daquele menino distraido que conheci. Hoje, ele está frio... frio como gelo e dele só sobrou aquele velho tênis. Mas, vou lembrar sempre do menino do cadarço desamarrado. 




Aline Franz. 

sábado, 12 de maio de 2012

Talvez? Talvez!



Mais uma vez me parece que esta tudo perdido, me sinto em um canto escuro, vazio, frio. Só. É tão difícil entender como em um segundo tudo muda. É, me parece que tudo é rápido demais para conseguir me adaptar. Os sonhos tem assas, eles voam, voam para longe, abandonando aqueles quem os sonhou. Talvez esse seja um ótimo motivo para não mais sonhar, para não mais idealizar, para não mais tentar algo. Ou talvez para sonhar em dobro, em triplo. Não sei. As vezes me pergunto até quem sou, onde estou. Porque estou. Me sinto perdida, sozinha. Tento gritar, ninguém me ouve. Tento respirar, algo me prende a garganta. Não, não é nada fácil. Talvez seja para você, talvez seja melhor não tentar entender. Talvez seja melhor não fingir sorrir. Talvez seja melhor não estar aqui. Talvez, talvez, talvez... Quanto talvez. E certeza? Isso nunca tenho. A única, é que os sonhos acabam, o arco-íris se desfaz, a água evapora. Nada dura para sempre. As lágrimas que hoje escorem em minha face logo desapareceram, assim como todo resto. Assim como todos sonhos. Assim como um dia desaparecerei, espero. Entender é algo que tento, e não consigo. Estou cansada de tentar, estou cansada de lutar. Minhas forças aos poucos estão se esgotando. Sumir. Tudo que desejo nesse momento. Mas nem isso sei se iria conseguir.

(Aline Franz) 

domingo, 6 de maio de 2012

A falta.



Não sei se é real, mas sinto que estou me afastando. De tudo e de todos, e eu não sei nem o porquê. Sinto falta dos meus antigos amigos, das minhas antigas risadas. Talvez seja eu. Talvez a culpa seja minha. Talvez não, talvez tenham sido vocês a me fazer assim. Talvez seja esse sentimento de infelicidade crescendo de mim. 
Me desculpe, eu não sei o que está acontecendo comigo. Sinto falta de certas coisas. Um sorriso perfeito, um abraço protetor, beijar na chuva, ganhar uma flor, dançar balé no meio da rua, chorar de rir. São momentos únicos que nunca mais voltarão.
Desculpa se eu não pude tornar real o que nós sonhamos, desculpa quebrar nossas promessas. Mas você não sabe como é difícil. Tente se colocar no meu lugar. Apenas isso. Olhe em meus olhos e encontre as respostas que você procura. Veja as cicatrizes que você causou, perceba cada lágrima derramada. Talvez ninguém nunca consiga entender, mas eu estou sozinha. E eu estou me afundando. E eu prefiro não sair do buraco em que me coloquei. Você está me matando, e nem percebe.



Aline Franz.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Queria ter um dom.


Não nasci pra desenhar, isso é fato! Meu ultimo desenho me trás traumas até hoje.
Não nasci pra cantar, apesar de querer e gostar muito, cantar está longe de ser o meu dom.
Não nasci pra dançar, mesmo AMANDO mexer o esqueleto, não sei fazer isso com sucesso.
Não nasci pra escrever, ainda que eu tente, meus textos não passam de rabiscos.
Tendo analisado tudo isso, procuro um dom em mim... Poxa, será mesmo que vim pra esse mundo sem algo que eu possa me orgulhar? Um dom, algo para que meus pais estufem o peito para contar pra seus amigos. Algo que os outros admirem.
Espere ai, eu tenho um dom sim senhor! O dom de amar, talvez um dom que poucos enxerguem, mas que muitos sentem. Amo em todas as intensidades possíveis, amo meus pais, meus irmãos, meus amigos, aquele garoto! Amo mesmo em meio a provocações, amo mesmo não sendo correspondida, amo mesmo não querendo. Concluo então que eu deveria ganhar um medalha de honra ao mérito, simplesmente por... Amar.

Aline Franz.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012


Hoje tudo que eu realmente queria era conseguir olhar em seus olhos e dizer que para mim você nunca foi mais do que um passatempo, só mais um que apareceu em minha vida, mas se eu fosse dizer isso teria que acrescentar algumas coisas como, por exemplo: Você foi um passatempo que me viciou e acabou virando tudo que eu precisava para viver, você foi o primeiro que apareceu em minha vida de uma forma avassaladora que mudou meu modo de ver as coisas e fez com que eu conseguisse sorrir de verdade, não porque era obrigada para agradar alguém. Mas agora me vêm um pergunta em mente, do que adianta eu dizer tudo isso se você não acredita? Creio que nada, mas eu realmente precisava que você confiasse em mim e entendesse que é você quem amo e quem me deixa nas nuvens só com um simples toque ou até mesmo olhar. Eu daria minha vida por você e se soubesse que estava morrendo para você ficar vivo eu morreria sorrindo, morreria feliz. Você fica magoado quando digo isso, mas é a verdade eu não posso fazer nada se o amo mais do que você merece e mais do que eu posso entender. É algo diferente que nunca senti por ninguém e creio que nunca vou sentir de novo por alguém. Acho que eu o vejo assim porque você é a melhor ilusão que o destino colocou em minha vida, é a ilusão mais real.

Aline Franz.


domingo, 18 de dezembro de 2011

Mais um de minha autoria. (novamente, hihi)



Nossa música está tocando novamente, mas agora eu lembro de você se eu quiser. Lógico que quero me lembrar de você, só não é mais como antes sabe… Agora eu só me recordo de tua risada, quando você ria das minhas palhaçadas. Todas aquelas noites em que apenas conversávamos, aquelas noites em que eu desejava que a distância não existisse. E tudo que eu queria era te ter o máximo possível. Não foi muito tempo eu sei, e até uns dias atrás eu me matava aos poucos lembrando que eu dei tantos motivos pra terminarmos. Mas já não me sinto assim, agora fico feliz por um dia “nós” existirmos. Ah, olhe… A música acabou, hora de não pensar mais em você.


Aline Franz.

Mais um de minha autoria.


"Eu não usava mesmo, arranquei e dei para meus cachorros comerem” Ele me disse, zombando após eu perguntar por que ele era tão frio e sem coração. Achei um pouquinho assustador, mas nada que me surpreendesse. Sempre soube que ele era assim. Eu não me interessava por ele e ele não se interessava por mim. Isso nos completava, não precisa e nem queria ama-lo. Parecia não precisar de ninguém ao seu lado, mas como tudo era muito recíproco, ninguém precisava te-lo também. O que me deixou curiosa foi esse meu desinteresse por ele, sempre me interesso por algo em todos os garotos. Sempre presto atenção nos olhos, nos lábios, o jeito, a voz, sempre a algo que me faça ficar interessada por todos. Ou quase todos, eu diria agora, ele era exceção. Ele era tão incrivelmente desnecessário, sem nenhum atributo,sem qualquer qualidade ou até mesmo um defeito que me encantasse, ele era como aqueles garotos que conhecemos em uma festa, nos ganham com uma cantada barata e não lembrará de nosso nome no dia seguinte. E assim, eu descobri que não me despertou nem  uma pontinha de interesse por aquele ser frio, por aquela… Múmia. 


Aline Franz.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Voltando a escrever.

Esse texto eu escrevi recentemente. Eu acho ele bem simples, mas significa MUITO pra mim.



Ele: O que você tem?
Ela: Nada, só estou um pouco triste.
Ele: E o que eu posso fazer pra te deixar feliz. 
Ela: -Você pode começar dizendo que eu sou tudo que você sonhou, também pode dizer que gosta do meu sorriso, eu adoraria ouvir você falar sobre aquele texto que leu, fale que você não quer me perder, me faça rir com uma declaração boba, me peça em namoro, DEMONSTRE ALGUM SENTIMENTO RECIPROCO. - Só converse comigo um pouco, está bem?
Aline Franz.


Espero que tenham gostado, em breve postarei outros textos.

Beijos e até a próxima.